Mosteiro Nossa Senhora da Glória
"Nada absolutamente anteponham a Cristo , que nos conduza juntos para a vida eterna." ( RB, 72 )

São Bento

PRÓLOGO DA REGRA

CAPÍTULO 1 - Dos gêneros de monges

CAPÍTULO 2 - Como deve ser o Abade

CAPÍTULO 3 - Da convocação dos irmãos a conselho

CAPÍTULO 4 - Quais são os instrumentos das boas obras

CAPÍTULO 5 - Da obediência

CAPÍTULO 6 - Do silêncio

CAPÍTULO 7 - Da humildade

CAPÍTULO 8 - Dos Ofícios Divinos durante a noite

CAPÍTULO 9 - Quantos salmos devem ser ditos nas Horas noturnas

CAPÍTULO 10 - Como será celebrado no verão o louvor divino

CAPÍTULO 11 - Como serão celebradas as Vigílias aos domingos

CAPÍTULO 12 - Como será realizada a solenidade das matinas

CAPÍTULO 13 - Como serão realizadas as matinas em dia comum

CAPÍTULO 14 - Como serão celebradas as Vigílias nos natalícios dos Santos

CAPÍTULO 15 - Em quais épocas será dito o Aleluia

CAPÍTULO 16 - Como serão celebrados os ofícios durante o dia

CAPÍTULO 17 - Quantos salmos deverão ser cantados nessas mesmas horas

CAPÍTULO 18 - Em que ordem os mesmos salmos devem ser ditos

CAPÍTULO 19 - Da maneira de salmodiar

CAPÍTULO 20 - Da reverência na oração

CAPÍTULO 21 - Dos decanos do mosteiro

CAPÍTULO 22 - Como devem dormir os monges

CAPÍTULO 23 - Da excomunhão pelas faltas

CAPÍTULO 24 - Qual deve ser o modo de proceder-se à excomunhão

CAPÍTULO 25 - Das faltas mais graves

CAPÍTULO 26 - Dos que sem autorização se juntam aos excomungados

CAPÍTULO 27 - Como deve o Abade ser solícito para com os excomungados

CAPÍTULO 28 - Daqueles que muitas vezes corrigidos não quiserem emendar-se

CAPÍTULO 29 - Se devem ser novamente recebidos os irmãos que saem do mosteiro

CAPÍTULO 30 - De que maneira serão corrigidos os de menor idade

CAPÍTULO 31 - Como deve ser o Celeireiro do mosteiro

CAPÍTULO 32 - Das ferramentas e objetos do mosteiro

CAPÍTULO 33 - Se os monges devem possuir alguma coisa de próprio

CAPÍTULO 34 -Se todos devem receber igualmente o necessário

CAPÍTULO 35 - Dos semanários da cozinha

CAPÍTULO 36 - Dos irmãos enfermos

CAPÍTULO 37 - Dos velhos e das crianças

CAPÍTULO 38 - Do leitor semanário

CAPÍTULO 39 - Da medida da comida

CAPÍTULO 40 - Da medida da bebida

CAPÍTULO 42 - Que ninguém fale depois das Completas

CAPÍTULO 43 - Dos que chegam tarde ao Ofício Divino ou à mesa

CAPÍTULO 44 - Como devem fazer satisfação os que tiverem sido excomungados

CAPÍTULO 45 - Dos que erram no oratório

CAPÍTULO 46 - Daqueles que cometem faltas em quaisquer outras coisas

CAPÍTULO 47 - Como deve ser dado o sinal para o Ofício Divino

CAPÍTULO 48 - Do trabalho manual cotidiano

CAPÍTULO 49 - Da observância da Quaresma

CAPÍTULO 50 - Dos irmãos que trabalham longe do oratório ou estão em viagem

CAPÍTULO 51 - Dos irmãos que partem para não muito longe

CAPÍTULO 52 - Do oratório do mosteiro

CAPÍTULO 53 - Da recepção dos hóspedes

CAPÍTULO 54 - Se o monge deve receber cartas ou qualquer outra coisa

CAPÍTULO 56 - Da mesa do Abade

CAPÍTULO 57 - Dos artistas do mosteiro

CAPÍTULO 58 - Da maneira de proceder à recepção dos irmãos

CAPÍTULO 59 - Dos filhos dos nobres ou dos pobres que são oferecidos

CAPÍTULO 60 - Dos sacerdotes que, porventura, quiserem habitar no mosteiro

CAPÍTULO 61 - Dos monges peregrinos como devem ser recebidos

CAPÍTULO 62 - Dos sacerdotes do mosteiro

CAPÍTULO 63 - Da ordem na comunidade

CAPÍTULO 64 - Da ordenação do Abade

CAPÍTULO 65 - Do Prior do mosteiro

CAPÍTULO 66 - Dos porteiros do mosteiro

CAPÍTULO 67 - Dos irmãos mandados em viagem

CAPÍTULO 68 - Se são ordenadas a um irmão coisas impossíveis

CAPÍTULO 69 - No mosteiro não presuma um defender o outro

CAPÍTULO 70 - Não presuma alguém bater em outrem a próprio arbítrio

CAPÍTULO 71 - Que sejam obedientes uns aos outros

CAPÍTULO 72 - Do bom zelo que os monges devem ter

CAPÍTULO 73 - De que nem toda a observância da justiça se acha estabelecida nesta Regra

Mosteiro Nossa Senhora da Glória - Monjas Beneditinas
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